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Maçã Show - Júpiter Maçã entrevista Wander Wildner
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Grandes discos do Rock Gaúcho 12
Acreditem amigos: eu me divirto muito a cada edição do Grandes Discos, pois escuto os cd's como se fosse a primeira audição... Que privilégio ter uma cena tão forte, não é meu povo??? Diversão garantida é o que trago para os amigos do Durango... Vamos para mais uma "festa" do melhor rock das américas, curtam os petardos:Stereo Box - Bem Vindos Ao Showbiz
A Stereobox durou 8 anos na estrada. Depois de uma temporada no Rio de Janeiro, onde gravou seu primeiro disco, Bem Vindos Ao Show Biz, teve a musica "Adorável Ladra" tocando em várias Fm's do estado, e "Nosso Amor Anda Tão Bem" seguindo o mesmo caminho.
A Stereobox foi ousada. Foi em 99, quando os quatro integrantes decidiram fazer as malas e começar a trajetória na "Cidade Maravilhosa" (sic). Lá moraram durante três anos, gravaram o primeiro trabalho no AR Discos, em um dos maiores estúdios do mundo, além de terem lançado em alguns estados do Brasil as músicas referidas acima.Ousados também quando viajaram quase dois mil kilômetros para participar de um festival, tocando apenas 20 minutos, o que valeu um contrato com uma das maiores gravadoras do país. De volta a Porto Alegre, produziram o disco Hábitos Estranhos em 2005, que a levou para a Indie Records, onde nada aconteceu e o disco não chegou a ser lançado como previsto. Pode-se encontrar esse disco em algumas lojas de Porto Alegre, mas com muita sorte.
"Um Dia Sem Você" e "Os Anjos", lideraram as paradas de algumas rádios por semanas, quando a banda ainda estava sem gravadora. Em 2006, renovada mas mantendo a mesma essência pop, a Stereobox investiu na independência artística e sonora, fazendo música pela música, usando e abusando do real e do virtual, lançando quando bem entendesse as músicas e vídeos de um provável novo trabalho. Isso pode ser percebido nas faixas "Parece Estranho" e "Mar Adentro" (esta com clipe lançado) - que estariam presentes nesse novo álbum, que foi concebido por IQO (vocal/guitarras/violão); Paulo Inchauspe (guitarras/baixo/teclados) e Caio Girardi (bateria).Jupiter Maçã - Uma Tarde na Fruteira
Quase três anos depois de sua gravação finalmente chegou ao Brasil (foi lançado no começo de 2007 na Europa, pela gravadora Elefant Records) a versão oficial do Cd Júpiter Maçã Uma Tarde na Fruteira. Este é sem dúvida, um dos melhores álbuns já feitos no início deste século. O cd abre com Júpiter cantando "Antes de mais nada eu gostaria de explicar.." e assim nos apresenta ritmos brasileiros, rock'n'roll, mutantes, bossa nova, Birds, Bob Dylan, marchinhas, psicodelia e crônicas alcoólicas, num trabalho brasileiramente mundializado.
As músicas já são conhecidas nas rádios e, quatro delas, também fizeram parte da trilha sonora do longa Wood & Stock. O “Tarde” traz canções como "Síndrome de Pânico", dando ênfase às neuroses contemporâneas, "A Marchinha Psicótica de Dr. Soup" que virou clipe, "Little Raver" às afetações psicodélicas, "As Mesmas Coisas" um fado português tupiniquim. Jupiter ainda faz uma homenagem indiana a George Harrison, com "Beatle George". "Carvão Sobre Tela" é uma bossa sobre os retirantes que circulam pelo mundo. Já "Base Primitiva" é uma viagem pelo mundo dos deuses astronautas. São quinze canções da mais fina-flor sonora. O disco tem a produção musical e alguns sopros de Tomas Dreher.Texto: Paola Oliveira
Superguidis - A Amarga Sinfonia do Superstar
“O teu dom de te esconder de mim só é menor do que o meu de não te achar...”, a frase de abertura da canção “Por Entre as Mãos”, a primeira do segundo disco do Superguidis já denuncia que a banda não perdeu a mão da estréia. Mesmo sem contar com o frescor do primeiro trabalho (um dos melhores de 2006), A Amarga Sinfonia Do Superstar mostra inúmeros méritos.
Lucas Pocamacha (guitarra e vocais), Andrio Maquenzi (voz e guitarras), Diogo Macuedi (baixo) e Marco Pecker (bateria) mostram competência suficiente e registram algo difícil por estas terras, conseguem identificar sua marca, a marca “superguidis” de qualidade. As letras continuam com grandes tiradas, fugindo do lugar comum com uma naturalidade espantosa, enquanto as doces melodias são dispostas em meio a riffs e mais riffs de guitarra.
Mais uma vez lançado pelo Senhor F, esse segundo registro foi gravado em Brasília sobre a produção de Philippe Seabra (Plebe Rude), que contribuiu para que o som do quarteto ganhasse mais corpo sem perder a identidade. O disco vem completo de grandes canções como a excelente “Mais Do Que Isso” (...não sou nem quero ser um gênio/desses que fazem história/eles são todos arrogantes/do mundo são a escória...).Como destaques maiores temos a bem humorada “A Exclamação” (...de tanto responder perguntas eu virei uma exclamação...), a pop e séria candidata a hit “Parte Boa” ou os riffs matadores de “Mais Um Dia de Cão” já liberada anteriormente em versão demo. Aliás, as cinco músicas que abrem o disco são de um poder impressionante. E não pára por aí, tem a regravação de “Ainda Sem Nome”, a percepção do tempo em “Os Erros Que Ainda Irei Cometer” ou a bonita “6 Anos” que fecha o disco.
Grande disco. Um dos melhores de 2007. Canções que fazem sorrir e devem ser tocadas no último volume. Se dúvida disso ouça o rock n roll de “Riffs”, faixa escondida repleta de energia e bom humor para comprovar.
Zé do Bêlo – Zé do Bêlo Salva!
Zé do Bêlo é um tradutor do imaginário sulista, e por isso cultuado pelo underground gaúcho. Ele apresenta programa de rádio, é garoto-propaganda da cerveja Polar, e já foi candidato a vereador pelo Partido Verde - com a promessa de acabar com as baratas em Porto Alegre. Em seu disco, Zé do Bêlo Salva, o cara que carrega a vida numa mochila (e o violão a tiracolo) transita com maestria pelo samba, dá umas pedradas no reggae roots e no rock blues e não tem pudor de flertar com a música sertaneja. A poesia de boteco nunca foi tão rockeira e ácida como nas canções de Zé do Bêlo.
Nascido em Porto Alegre, ganhou o primeiro violão aos 17 anos. Frequentou a Academia Prediger de Música. Gravou suas primeiras composições em 1995 numa fita demo. Passou a tocar nos bares do circuito underground de Porto Alegre e RS. O estilo 'samba escrachado' do artista logo começou a fazer sucesso entre a galera da musica alternativa e independente.Em 1996, gravou três canções na Coletânea 'Os Ex-Cluídos'. As músicas logo passaram para a programação das radios. Em 98, Zé do Bêlo gravou uma faixa na Coletânea 'As 15 Mais da Rádio Ipanema FM'. Participou de diversos programas de entrevistas na TV e no rádio. Em 99, gravou seu primeiro cd solo, 'Acustico', lançado pelo Selo Barulhinho.
O video-clip da musica 'Reprise' entrou para programação das madrugadas da MTV nesta época. A partir de 2002, Zé do Bêlo passou a militar no Partido Verde. Foi o candidato mais votado na legenda nas eleições para vereador. Participou de episódios da série POA-RS na TV. Produziu e apresentou programa na rádio Ipanema FM em 2005, com expressiva audiência, ao lado do colega músico/compositor/jornalista King Jim. Neste mesmo ano participou de comercial na TV para o anunciante AMBEV/Cerveja Polar.
Em 2006 fez filmes publicitários na TV para a campanha 'Cerveja Polar na Copa do Mundo' ao lado de belas mulatas. Neste mesmo ano lançou novo cd, pela gravadora Loop Discos. Ganhou dois clipes produzidos pela Zeppelin Filmes, que logo entraram na programação da MTV. Em 2007 atuou na campanha do anunciante Grappa Motos Sundown, com diversos comerciais para TV e anuncios em jornais e revistas.
Vários - Acústico MTV Bandas Gaúchas
Acústico MTV Bandas Gaúchas foi um projeto da MTV que juntou Bidê ou Balde, Cachorro Grande, Ultramen e Wander Wildner em um só show, transformado em programa de TV, CD e DVD. Foi um projeto inovador, pois juntou 4 artistas em um só Acústico e pela 1ª vez um tema no projeto: Rock Gaúcho.
A MTV, em uma iniciativa inédita, lançou o Acústico MTV Bandas Gaúchas. Atitude inédita porque, muito mais do que um projeto artístico, a fórmula adotada pela emissora sempre se mostrou mais focada em dar novo fôlego para carreiras estagnadas (em casos como Titãs, Rita Lee, Capital Inicial e muitos outros) do que na produção de um material de qualidade musical e artística incontestável (os programas com Ira e Engenheiros são grandes exemplos disso).
Por mais estranho que possa parecer, a idéia para o projeto nasceu durante a produção do "MTV Ao Vivo Nando Reis", gravado no Bar Opinião, em Porto Alegre. A equipe da emissora passou uma semana na capital fazendo os preparativos para o show e, neste período, teve contato direto com a cena que rola, há muito tempo, no RS.Foi na platéia de um show do Ultramen no Bar Ocidente (marco underground histórico de Porto Alegre) que a diretora da MTV Ana Butler percebeu a força do que estava na sua frente, e deu o OK para o desenvolvimento do projeto.
Reação Em Cadeia - Febre Confessional
Rotulado com entusiasmo pelos seus integrantes de “o CD”, este é o terceiro álbum na discografia desta boa banda gaúcha. Os dois primeiros trabalhos, “Neural” (2002) e “Resto” (2004), trouxeram prestígio para alçar vôos maiores e agora, pela Deckdisk, Jonathan Correa (vocal), Daniel Jeffman (guitarra), Maurício Faria (baixo) e Elias Frenzel (bateria), esperam mostrar sua música de forma mais ampla.
Febre Confessional é antes de mais nada, um álbum raro no atual cenário Rock Pop nacional: sobra adrenalina, pegada e atitude. Contribuiu, e muito, para tanto o produtor Rafael Ramos, que cuidadosamente optou por equipamentos da ‘velha guarda’ para fazer este bem acabado álbum, deixando-o com uma sonoridade vigorosa, e sobretudo extrair o máximo dos bons músicos.O resultado: Rock anos 90, com traços de Pearl Jam e principalmente Alice In Chans e Deftones
nas 11 boas faixas presentes no álbum. Destaques para a faixa de abertura “O Jantar”, para a faixa seguinte e primeiro ‘single’ do álbum, “Os Dias”, “Te Desejo” e “Dentro do Silêncio”, faixa que encerra o ‘track list’. Febre Confessional é um ótimo álbum que injeta uma boa e oportuna dose de atitude no necessitado Rock Nacional.
Wander Wildner - No Ritmo da Vida
Encartado com o número dois da revista Outracoisa, o cd do punker Wander Wildner, é uma coletânea de hits acrescida de algumas músicas inéditas do cancioneiro auto-biográfico do índio. Neste disco que é o quinto de sua carreira solo, Wildner revisa seu estilo chamado de Punk Brega, justamente por descrever sua vida em cada uma das músicas.
As músicas desfilam versos super conflituosos e de uma sinceridade ímpar, como é o caso da música “Mantra das Possibilidades” (“minha vontade é ser bonito, mas eu não consigo...”, “sonho em ter cabelo comprido, mas eu não consigo...”). É assim também na música “Anjos e Demônios” (“Anjos e Demônios passam por mim, cruzam os céus e zombam de mim...”). “Eu Não Consigo Ser Alegre O Tempo Inteiro”, segue a linha brega e é um dos destaques do disco, é um rock a lá anos 80 que descreve uma dor de cotovelo de um amor mal resolvido.Mas o disco também traz uns hits bem pesados como “Eu Tenho Uma Camisa Escrita Eu Te Amo” e “On The Road”, escapista e empolgante ao extremo. Outro destaque é a música “Damas da Noite” sobre “as mulheres da vida”, letra forte e realista que entrega o estilo escancarado de compor de Wander Wildner.
Por fim, o disco ainda traz um soneto musicado de Glauco Matoso chamado “Ensaístico” interpretado e pontencializado pelo esporro da voz do cantor. Enfim, é uma excelente oportunidade para que não conhece o artista sair do zero e curtir este brilhante compositor.
Subtropicais - Temporal no Céu da Boca
Temporal no Céu da Boca é o disco de estréia da banda portoalegrense Subtropicais. Sim, estamos abaixo do trópico, mas precisa levar isto a sério? Os Subtropicais levam muito a sério. A banda faz música abaixo do trópico, mas para todas as latitudes do mundo. Neste disco, as músicas são uma ode ao movimento tropicalista da década de 1960, porém com uma pitadinha de umidade, céu, sol, sul, terra e cor.Aqui tudo que se planta bem cresce e, Os Subtropicais, no seu amadurecimento precoce, vão conquistar os pratos de muitos roqueiros. Não é a toa que a qualidade musical está em primeiro plano neste primeiro disco. O baixista Brawl tem experiência vivida na cena roqueira gaúcha, fazendo parte de grandes bandas como Proveitosa Prática, Os Cozinheiros, Levitan & Os Tripulantes, entre outras. Além dele, a impecável produção de Marcelo Fruet, deixa claro que a banda tem uma influência determinista, afinal, Fruet convive com os caras desde guri. Destaque para as primeiras faixas “TV” e “São Nunca”, uma salada de groove, rock e psicodelia.

Formada em 2000, em Porto Alegre, a banda começou a botar em prática idéias despretensiosas de fazer músicas que conciliassem originalidade e qualidade, dentro da cena de Rock do Rio Grande do Sul. Ao aproximar diferentes vertentes da música contemporânea, com sinuosas ênfases, ora nas guitarras, ora na parte rítmica, o grupo apresenta uma profunda fusão de estilos
e ritmos da música brasileira sob uma base forte de rock, com grande naturalidade e competência. A sonoridade característica dos Subtropicais está em algum lugar entre a inspiração e a criação. Mesclam os ritmos em uma fusão que não poderia ser nada menos que subtropical.
Sasquatch - Sasquatch
O primeiro disco da banda Sasquatch (ex-Kuria), disco este que leva o nome da própria banda, é a tentativa de três grandes amigos e batalhadores de longa data do rock gaúcho (melhor dizendo rock feito no Vale dos Sinos) de mostrar um trabalho com ênfase nas canções.
Arranjos simples, melodias que lembram muitas vezes até a mpb feita nos anos 70, pouca ou nenhuma pretensão de parecer moderno, pós/neo/indie, enfim sem tentar se prender ou parecer influenciado por modismos ou novas tendências.São 12 canções no mais puro e singelo contexto. Algumas com pegada mais rock´n roll (o que seria impossível de não ocorrer, devido ao histórico de seus integrantes), outras mais amenas, o primeiro disco da Sasquatch é garantia de bom gosto e simplicidade.
Bedeu - Swing Popular Brasileiro
Jorge Moacir da Silva, o Bedeu, partiu no dia 05 de agosto de 1999 deixando saudosos todos aqueles que balançaram ao som do swing, do samba e do rock produzidos por este cantor e compositor gaúcho. Entre os inúmeros sucessos deixados por ele, quem não recorda de Menina Carolina, Kid Brilhantina, Minha Preta, Não Joga Nada e Quer Massagem, Flor, Nega Olívia, Toca Direito, Olegário e tantos outros ?
A carreira de Bedeu teve início nos anos 70, quando teve uma passagem por São Paulo, convivendo com grandes músicos e tendo várias de suas composições gravadas por gente como Neguinho da Beija-Flor, Jair Rodrigues, Wilson Simonal, Originais do Samba, Dhema, Bebeto e Luis Wagner. Como instrumentista de percussão, gravou com Eduardo Assad, Nelson Aires, Cesar Camargo Mariano, Dudu França, entre outros.
Em 75, de volta à Porto Alegre, fundou o Grupo Pau Brasil, ao lado de Cy, Alexandre, Nego Luís, Leco e Leleco Telles. Com dois LP’s gravados, eles foram responsáveis por uma verdadeira reformulação no samba, criando um estilo próprio ao fazer uma ponte entre o rock e o samba. O primeiro disco, “O Samba e Suas Origens” (1978), foi lançado pela Beverly/Copacabana e o segundo, “Pau Brasil” (1979), saiu pela Continental.Em 83, lançou-se em carreira solo, com o LP “África no Fundo do Quintal” (Copacabana). Em 88, a Continental lançaria a coletânea “Samba Rock em Dois Tempos”, com duas músicas de Bedeu: Kid Brilhantina e Tribo Guerreira, além de “Um Zero pra Bedeu”, de Luis Vagner.
Depois, em 93, lançaria o CD “Iluminado”, gravado em São Paulo e que traz algumas pérolas do samba-rock brasileiro, como "Saudades de Jackson do Pandeiro" (parceria com Luis Vagner) e "Kid Brilhantina" (parceria com Alexandre). São dessa época dois discos produzidos pelo SBT, “Remix do Samba - Volumes I e II”, onde Bedeu atua como intérprete, além da coletânea “Nos Bailes da Vida”, pela Warner, onde aparecem "Nega Olívia", "Minha Preta" e "Menina Carolina".
Em 98, lança seu último trabalho, o CD Swing Popular Brasileiro, com apoio da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, reunindo alguns clássicos e composições inéditas, uma delas com seu novo parceiro Totonho Villeroy.Em 2001, sairia o CD “Tributo ao Bedeu”, com apoio do Fumproarte e da Prefeitura de Porto Alegre, gravado ao vivo no Auditório Araújo Vianna, com produção de Alexandre e Márcio Gobatto. Neste trabalho, vários de seus amigos e parceiros homenageavam sua obra, entre eles, Nanci Araújo, Gelson Oliveira, Wilson Ney, Lúcia Helena, Xandelle, além de seus parceiros da época do Grupo Pau Brasil, como Leleco Teles, Alexandre, Leco, Paulinho Romeu e Cy, entre outros. Bedeu nasceu em Porto Alegre, no dia 04 de dezembro de 1946.
E agora resta só baixar os discos e se deleitar...Não esquece de deixar teu comentário...
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Stereobox - Bem Vindo ao Showbizz (2oo1)

01 - Livre de Você
02 - Tempo de Despertar
03 - E La Nave Va
04 - Nosso Amor Anda Tão Bem
05 - Dance pra Mim
06 - Outra Noite
07 - Lado Ingrato
08 - Entre Nós
09 - Adorável Ladra
10 - Dinheiro

Júpiter Maçã - Uma Tarde na Fruteira (2008)

01 - A Marchinha Psicótica De Dr. Soup
02 - Tema de Jupiter Maçã
03 - Base Primitiva Revisitada
04 - As Mesmas Coisas
05 - Little Raver
06 - A Menina Super Brasil
07 - Plataforma 6
08 - Síndrome Do Pânico
09 - Casa De Mamãe
10 - Beatle George
11 - Mademoiselle Marchand
12 - Carvão Sobre Tela
13 - Viola De Aço
14 - Um Sorvete Com Vocês
15 - A Marchinha (reprise)

Superguidis - A Amarga Sinfonia do Superstar (2007)

01 - Por Entre as Mãos
02 - Mais do que Isso
03 - A Exclamação
04 - Parte Boa
05 - Mais um Dia de Cão
06 - O Cheiro do Óleo
07 - Ainda sem Nome
08 - Os Erros Que Ainda Irei Cometer
09 - Nunca Vou Saber
10 - Apenas Leia
11 - 6 Anos

Zé do Bêlo - Zé do Bêlo Salva! (2006)

01 - Bafo de Tigre Louco
02 - Bebe, O Gás Acabou
03 - Botequim de Esquina
04 - A Filha do Sorveteiro
05 - Reciclagem
06 - Bolero da Morena
07 - Caso Pensado
08 - Nhá-nhé-nhé
09 - Amor, Fui Ali na Esquina
10 - O Puxadinho
11 - Duelo
12 - Fina Estampa do Bagaço
13 - Reggae da Barata
14 - Quando Você Diz
15 - Tá na Hora da Cervejinha

Vários - Acústico MTV - Bandas Gauchas (2005)

01 - Microondas (Bidê ou Balde)
02 - Bromélias (Bidê ou Balde)
03 - E por que Não? (Bidê ou Balde)
04 - Melissa (Bidê ou Balde e Roger, do Ultraje a Rigor)
05 - Mesmo que Mude (Bidê ou Balde)
06 - Sexperienced (Cachorro Grande)
07 - O Dia de Amanhã (Cachorro Grande)
08 - Hey Amigo (Cachorro Grande)
09 - Dia Perfeito (Cachorro Grande e Paulo Miklos, do Titãs)
10 - Que Loucura! (Cachorro Grande)
11 - Ultramanos (Ultramen)
12 - Santo Forte (Ultramen)
13 - Máquina do Tempo (Ultramen)
14 - Dívida (Ultramen e Falcão, d'O Rappa)
15 - Preserve (Ultramen)
16 - Rodando El Mundo (Wander Wildner)
17 - Mantra de Possibilidades (Wander Wildner)
18 - Bebendo Vinho (Wander Wildner)
19 - Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro (Wander Wildner)
20 - Eu Tenho uma Camiseta que Diz Eu Te Amo (Wander Wildner)
21 - No Ritmo de Vida (Wander Wildner)

Reação em Cadeia - Febre Confessional (2006)

01 - O Jantar
02 - Os Dias
03 - Perdi Você
04 - G.A.B.I
05 - Te Desejo
06 - Pânico
07 - Tarde Demais
08 - Me Deixe em Paz
09 - Propaganda
10 - Sem Querer
11 - Dentro do Silêncio

Wander Wildner- No Ritmo da Vida (2004)

01 - Bebendo Vinho
02 - Eu Não Consigo ser Alegre o Tempo Inteiro
03 - Anjos & Demônios
04 - Eu Tenho uma Camisa Escrita Eu Te Amo
05 - Mantra das Possibilidades
06 - O Sol Que Me Ilumina
07 - Ustê
08 - Adeus às Ilusões
09 - No Ritmo da Vida
10 - Damas da Noite
11 - On The Road
12 - Ensaístico

Subtropicais - Temporal no Céu da Boca (2007)

01 - TV
02 - São Nunca
03 - Cinema do Céu
04 - Temporal
05 - Subtropical
06 - A Fúria do Samba
07 - Eletricidade
08 - M´boitatá
09 - ...Vem a Noite
10 - Sebastião
11 - Sonho Vivo
12 - Nada de Mim

Sasquatch - Sasquatch (2007)

01 - Brando Amor
02 - Risos de Verão
03 - Fogo Forte Transparente
04 - Estrela Rara
05 - Olhos Atentos
06 - Outro Lugar
07 - Prisioneiro do Amor
08 - O Que Eu Faço
09 - Custe O Que Custar
10 - Contar Contigo
11 - Riso de Austronauta
12 - Momentos

Bedeu - Swing Popular Brasileiro (1998)

01 - Saudade do Jackson do Pandeiro
02 - Onde É Que Fica?
03 - Flor
04 - Deliciosamente Colorida
05 - Diabaria
06 - E VocÊ Não Vem
07 - Vou Levando
08 - Araruta
09 - Você É Uma Louca
10 - Unidos Venceremos
11 - Yo No Puedo Olvidar
12 - Rei negro
13 - Grama Verde
14 - Pau-Brasil

Grandes Discos do Rock Gaúcho 10
Pois é meus caros amigos aqui do Durango, como diria o taura: "É no andar da carroça que as melâncias se ajeitam"... Após muito tempo sem nossos Grandes Discos, estamos de volta com muitos diamantes preciosos para seu deleite...Simone Capeto - Bom Futuro
Nei Lisboa é, seguramente, o grande compositor gaúcho dos últimos vinte e tantos anos. Porém, apesar de uma fina discografia de oito excelentes álbuns, Nei é um cantor cult fora da fronteira do Rio Grande do Sul, que consegue apaixonar quem conhece sua obra, mas ainda está distante do reconhecimento que merece.
A carioca Simone Capeto, uma das apaixonadas pelo repertório do compositor, levou adiante a paixão e o resultado é o simplesmente tocante Bom Futuro, álbum que marca o belo debute oficial da cantora e pesca quinze canções da história de Nei Lisboa.Os Relógios de Frederico - Quatro Centésimos de Semitom
Os Relógios de Frederico são um coletivo musical formado pelos grupos Chumbo Grosso, Faskner e os próprios Relógios, e desde 1997 vêm realizando uma fusão de sonoridades nas composições e nas improvisações (trabalhando tanto com padrões rítmicos da música popular quanto com textura polifônica e harmonia atonal). Com uma sonoridade própria, o grupo junta elementos do funk, da música brasileira e da música acadêmica contemporânea. Os shows, marcados por performances que enolvem o público tanto com a música quanto com os elementos visuais que compõem o palco, complementam o que é dito através da música.
Têm lançados os discos Quatro Centésimos de Semitom (2000) - selo Fumproarte da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Chumbo Grosso (2003) - co-produção da banda com o selo/estúdio Abrigo do Som, e em 2005 lança Faskner, com músicas instrumentais. Entre os prêmios recebidos estão o Troféu Açorianos Melhor disco de pop-rock e Banda revelação / 2001, Projeto Rumos Musicais Itaú Cultural / 2001, Projeto Rumos Musicais Itaú Cultural - Tendências e Vertentes / 2005.Levitan e Os Tripulantes - com.pacto.triplo
Com o lay-out dos antigos compactos de vinil, inclusive com os sulcos em baixo-relevo, a idéia do CD com.pacto.triplo é divulgar o trabalho como faziam as gravadoras nos tempos do vinil. Na época, os compactos (com duas músicas) serviam para divulgar os LPs (geralmente com doze canções). Da mesma forma, o projeto com.pacto.triplo (com seis composições de Cláudio Levitan) pretende abrir caminho para o futuro LP (Longa Peregrinação), que está em fase de gravação. Antes do lançamento do LP, deve sair um segundo "compacto triplo”, provisoriamente intitulado O Outro Lado B.
Com dois CDs premiados com o troféu Açorianos – O Primeiro Disco (1997) e Minha Longa Milonga (2000) – o compositor ataca de “band leader”, abraçando o rock’n’roll com propriedade. Marcou bobeira, segunda faixa, é rock para não deixar nenhuma cabeleira parada, no melhor estilo Beatles. A épica Alma do povo é o encontro perfeito do espírito heróico do rock com o sangue guerreiro dos pampas. A belíssima balada Nada mais, gravada nos anos oitenta pelo grupo Saracura, recebe agora a emocionada interpretação de seu compositor, dando-lhe um gostinho de coisa recém saída do forno.Acompanhado de Os Tripulantes (Alexandre Kumpinski nas guitarras, Carina Levitan na bateria e Leonardo Brawl no baixo), o músico, arquiteto, escritor e ilustrador, antes que algum aventureiro o faça, rotula sua sonoridade como “rock de raiz aérea”. O CD traz também as participações de Julio Rizzo (trombone), Francine Mello e Kiko Ferraz (backing vocals).
Carlos Hahn
Móica - Móica
Alexandre Móica é conhecido como guitarrista da banda Acústicos & Valvulados, banda gaúcha já consagrada no cenário musical do Sul do País. Além da guitarra, Móica também tem exercitado sua veia poética compondo suas próprias canções. Além de compor, recentemente ele fez também sua estréia nos vocais da música "Vou com você" para a gravação do último DVD ao vivo e acústico da banda, intitulado "Acústicos & Valvulados ao Vivo e a Cores".
Agora Móica lança seu trabalho solo onde, além de toca violão e guitarra, também interpreta suas primeiras composições de sua própria e exclusiva autoria. O resultado é simplesmente o álbum Móica, brilhante do iníco ao fim.Influenciado pela cena emergente do Rock Gaúcho, Móica conta nesse novo trabalho com músicos que, além de influenciar suas canções musicalmente, foram e são figuras ativas na cena local e nacional. São 12 músicas, uma instrumental e onze canções, todas de autoria de Móica e em versões inéditas e contam com a participação de Gabriel Guedes nos Baixos (guitarrista e baixista da banda Pata de Elefante), Alexandre "Papel" Loureiro (da Banda Locomotores) toca a bateria em 10 músicas, Luciano Leaes nos teclados (também dos Locomotores), Ale "Cereja" (Supergatas) nas baterias de "Não Sei se Vai Valer a Pena" e "Só O Que Ela Gosta". Gustavo Telles, baterista da banda Pata de Elefante, participa nos vocais de apoio das canções "Eu Já Sei Onde Isso Vai Dar" e "Junto A Mim".
Wander Wildner - La Cancion Inesperada
La Cancion Inesperada, o sétimo disco de Wander Wildner abandona de vez a estética punk brega, e mergulha de cabeça nas canções. O disco traz composições de Antonio Villeroy, da Barata Oriental, de Jimi Joe, uma antológica regravação de "Amigo Punk" (Graforréia Xilarmônica) e uma bela ode ao underground, a canção "O Reverendo do Rock Gaúcho".
A idéia de que a produção do onipresente Kassin – mais para a MPB do que para rock - sinalizaria uma guinada para longe do rótulo bastardo de 'punk-brega' associado ao cantor é dissipada já na primeira faixa, "Um Bom Motivo" da banda catarinense Stuart.
A versão mais próxima do tradicionalismo gaudério de "Amigo Punk" (da Graforréia Xilarmônica, a música mais ostensivamente gaúcha já composta) lima grande parte do humor original, mas acrescenta profundidade e um belíssimo instrumental movido a gaita.Os elementos do velho Wander estão todos aqui: covers que são bonitas de tão tacanhas, romantismo com aquele hálito de bebum, citações referenciais, gaúchas e até no maravilhoso portuñol. La Canción Inesperada tem picos extraordinários e Wander está tão bem quanto jamais esteve.
Diego Fernandes
Tom Bloch - Tom Bloch 2
O personagem Tom Bloch saiu de um conto de um ex-integrante da banda, Gustavo Mini Bittencourt, para dar nome ao grupo de Porto Alegre que estréia o selo Som Livre Apresenta com o álbum Tom Bloch 2.
Em quase todas as faixas do CD, quem ouve o pop rock recheado de influências eletrônicas de Pedro Verissimo, vocalista e principal compositor, e Iuri Freiberger, produtor e baterista, quase enxerga o homem de cara de bloco que é símbolo da banda. O som de Tom Bloch é urbano, pop denso, feito pra preencher a paisagem pesada da cidade.A quinta faixa, Entre nós dois, é um bom exemplo. Eleita como primeira música de trabalho - e escolhida para ser a trilha sonora do novo curta do cineasta Jorge Furtado - vem acompanhada de um sensacional clipe que penetra a cidade com solos de guitarra e muito estilo e uma fotografia surpreendentemente simples e arrebatadoramente criativa.
Ironia e melancolia, peso e delicadeza se revezam nas faixas do álbum. Tanto na sonoridade, moderna, difícil de resumir em um único estilo, como nas letras maduras e reflexivas, fica clara a intenção de fazer música pop para gente grande. E não por acaso as letras são destaque: o sobrenome de Pedro já entrega o famoso DNA literário.
Falando sobre relações - amorosas ou não - e soando como a cidade que serve de cenário, Tom Bloch cria uma elegante e contamporânea colcha de retalhos cheia de imagens.
Pata de Elefante - Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha
Realmente surpreendente! Claro que há tempos conheço o potencial desse trio, desde os primitivos tempos de mamutes, com toda ordem de bares, botecos e festinhas sempre lotados, com o público boquiaberto com a novidade musical de Porto Alegre. Desde shows com repertório mais tranqüilo numa cantina nos altos do viaduto da Borges, a inferninhos pulsando com a visceralidade de Gabriel Guedes (guitarra/baixo), Daniel Mossmann (guitarra/baixo) e Gustavo “Prego” Telles (bateria). Depois do bem sucedido CD de estréia, lançado em 2004, eis que estou numa farta churrascada com amigos e escuto praticamente em primeira mão Um olho no fósforo, outro na fagulha.
Um dos pontos fortes do novo disco é o ecletismo das faixas. Psicodelia a la Sgt. Peppers em Dom Genaro (Gustavo Telles), plenitude e paz em Presente para Mary O (Gabriel Guedes), country e rock em Estranha (Daniel Mossmann), a auto-explicativa Bolero das Arábias (Daniel Mossmann) e rockão com pedal steel em Carpeto Volatore (Gabriel Guedes). Outro diferencial desse segundo trabalho é a pluralidade de participações especiais e colaborações nos arranjos, com direito a eficientes e venenosas linhas de sopro, pianos, órgão, cítara e percussões, dando ares de big band em diversos momentos, como na faixa que dá titulo ao disco, um rock soul ao melhor estilo Ray Charles.
Márcio Petracco, Luciano Leães, Alexandre “Papel” Loureiro e Julio Rizzo, figuras mais que tarimbadas da música sulista, são alguns nomes que abrilhantam essa obra. Um olho no fósforo, outro na fagulha foi gravado no Estúdio IAPI, com registros adicionais no Estúdio Dreher, mixado por Thomas Dreher e produção assinada pela própria banda e Vicente Guedes.
Chico Bretanha
Pública - Polaris
Com forte influência de rock inglês, Polaris traça um paralelo entre a música intimista das regiões de baixas temperaturas nos dois hemisférios do planeta. A banda não poupou esforços na busca de timbres fiéis e orgânicos. Foram utilizados inclusive o piano e o teatro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) na gravação. O grosso do material foi captado num sítio em Três Coroas (RS) durante uma temporada de dedicação e esmero. A produção musical ficou a cargo de Marcelo Fruet, que já realizou trabalhos para várias bandas da “nova” geração da música sulista como Zumbira e os Palmares, Os Subtropicais, Proveitosa Prática, Da Guedes, Chimarruts, Groove James, entre outros.
A Pública também teve o cuidado de ilustrar suas músicas com belos videoclipes. Já são três somente para o primeiro disco: a trip de àcido “Bicicleta”, a sombria e intimista faixa-título “Polaris”, com lindas imagens em estações de metrô e cenários urbanos soturnos, e o elogiado vídeo de “Long Plays”.Este último, além de servir de alicerce para o quinteto ter sido indicado ao VMB 2007 (categoria Aposta MTV), realçou de forma sublime uma das mais belas composições do álbum, uma aula de auto estima e de como dar a volta por cima quando se toma um pé na bunda, com direito a passeata de mendigos unidos pela amizade, sem ligar para os altos e baixos que a vida amorosa proporciona. Com belos vocais, riffs e solos de guitarras consistentes, os integrantes Pedro (guitarra e vocais), Guri (guitarra e vocais), Guilherme (contrabaixo), Amaro (piano e vocais) e Cachaça (bateria) conseguiram concretizar uma bela obra, tudo com muito suor e esforço que todas bandas independentes despejam diariamente mundo afora. Outras faixas de destaque são “Precipício”, “Tempo”, “Lugar Qualquer” e “Sobre a Estrada”.
Blackbirds - Nada Está Tão Ruim Que Não Possa Ser Piorado
Os Blackbirds lançaram pela Senhor F Virtual, seu terceiro disco: o EP Nada Está Tão Ruim Que Não Possa Ser Piorado. Eles saíram de Veranópolis na Serra gaúcha (região de Caxias do Sul), em 2004 e foram pra Porto Alegre, formada por Jus Blackbird (vocal), Julio Sasquatt (Bateria), Diogo F. (Guitarra) e Cassiano (Baixo).
A banda encerrou suas atividades ainda em 2007. O motivo do fim: o guitarrista e vocalista Jus foi morar na França. O grupo rodava pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e São Paulo. Em abril do mesmo ano, Diogo, Cassiano e Júlio ‘Sasquatt’ apresentaram um novo colega, Daniel Téo (ex-integrante das bandas Jeans e Efervescentes), um novo EP e uma banda nova (!): são os TRATORES, a nova encarnação daquilo que era conhecido como Blackbirds. A estréia nos palcos aconteceu num show de abertura para Júpiter Maçã.O disco conta com 5 faixas (algumas delas já divulgadas no EP Big Band lançado em setembro de 2006) que mostram a influência cada vez mais forte do som punk de bandas como Sex Pistols, The Clash e Ramones, mas ainda mantém uma pitada do pop sessentista – mais nítida nos discos anteriores da bandas: Blackbirds (2002) e Rock Rural (2004).
A ausência dos teclados e o abuso da rouquidão do vocalista, além da escolha músicas com mais impacto, que ajudaram a lapidar o estilo da banda e firmar sua identidade. O disco já começa com a paulada de "Big Bang", que tem uma letra tanto explosiva quanto reflexiva; o gás é aumentado quando começa "Por Um Triz" que teve vídeo clipe produzido. "Supra-sumo", é a terceira canção, contém a frase que dá nome ao disco e dá o ritmo para as músicas que vêm depois, com um gostinho british-indie: "Tóxico" e "Dolismo".
E agora que tu já sabes tudo sobre as bandas e os discos, te atraca, baixa e escuta esses petardos sonoros, há e não esquece de deixar teu comentário...
(Clique
Simone Capeto - Bom Futuro (2oo5)

01 - Telhados de Paris
02 - Pra Viajar no Cosmos Não Precisa Gasolina
03 - Por Aí
04 - Não me Pergunte a Hora
05 - Doddy II
06 - Bom Futuro (com Nei Lisboa)
07 - Romance
08 - Pra te Lembrar
09 - Particípio
10 - Rima Rica/Frase Feita
11 - Verdes Anos
12 - Dio
13 - Produção Urgente
14 - Junky
15 - Baladas (com Nei Lisboa)
16 - Por Aí (Versão para Pedro)

Os Relógios de Frederico - Quatro Centésimos de Semiton (2000)
01 - Beldades I
02 - Beldades II
03 - Valsa para Almir
04 - Was Is Das Ziel (Quel é...)
05 - Jogo
06 - Mais Uma
07 - Desejo de Matar IV
08 - Chá de Marshmallow
09 - Novre
10 - Pois
11 - Minha Canção - Groves Mi
12 - Rotina Mi
13 - Escalinha
14 - Brinquedos de Montar
15 - Brinquedos
16 - Vamos
17 - Vera Wilson 2000 III
18 - Diamundo
19 - Vatapatatica

Claudio Levitan - com.pacto.triplo (2006)

01 - Alnevola ou Requiem Para Uma Prostituta Virgem
02 - Marcou Bobeira
03 - Alma do Povo
04 - Nada Mais
05 - Sétimo Dia
06 - Eve (Eva)

Móica - Móica (2008)
01 - Disso Eu Sei
02 - Assim É Que É
03 - Será Em Vão
04 - Não Sei Se Vai Valer A Pena
05 - Correr Atrás
06 - Só O Que Ela Gosta
07 - Algo Que Toque O Coração
08 - Junto A Mim
09 - O Mundo É Bem Melhor
10 - Vou Com Você
11 - Eu Já Sei Onde Isso Vai Dar
12 - É O Rock

Wander Wildner - La Canción Inesperada (2008)

01 - Um Bom Motivo
02 - La Canción Inesperada
03 - Os Pistoleiros
04 - Porta Retratos
05 - Amigo Punk
06 - Bocomocamaleão
07 - Wynona
08 - Without You
09 - Filme Chinês
10 - O Reverendo Rock Gaúcho
11 - Mares De Cerveja
12 - En Su Corazón

Tom Bloch - Tom Bloch II (2007)

01 - Sob a Influência
02 - A Dúvida
03 - Imitação da Vida
04 - Situação de Dança
05 - Entre Nós Dois
06 - A Invenção
07 - Vendetta (Frase-Feita)
08 - O Refém
09 - Por Favor, Mente

Vários - A Música de Porto Alegre (1993)
01 - Lutamos Para Viver - Os Brasas
02 - Estarei Com Você - Os Cleans
03 - Cabelos Varridos - Liverpool
04 - Coração de Maçã - Utopia
05 - Voando Alto - Inconsciente Coletivo
06 - O Trem - Bixo da Seda
07 - Relâmpagos do Progresso - Byzarro
08 - Reverber – Taranatiriça
09 - Sabe O Que Acontece Comigo - Garotos da Rua
10 - Nicotina – Replicantes
11 - Nega – Urubu Rei
12 - O Alienado - Astaroth
13 - Não Chores Lola - Julio Reny
14 - Expresso Blues - Moreirinha e Seus Suspiram Blues
15 - Longe Demais das Capitais - Engenheiros do Hawaii
16 - Sodomia – Defalla
17 - Entra Nessa - TNT
18 - Campo Minado - Bandaliera
19 - Sees of Violence - Leviathan
20 - Homens Caixa - Nenhum de Nós
21 - Morte Por Tesão - Os Cascavelletes
22 - Útero – Colarinhos Caóticos
23 - Patê – Graforréia Xilarmônica
24 - Play That Rock - Frank Solari

Pata de Elefante - Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha (2007)

01 - Carpeto Volatore
02 - Solitário
03 - Hey!
04 - Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha
05 - Pesadelo Hippie 3
06 - Estranha
07 - Marta
08 - Presente para Mary O
09 - Dorothy
10 - Gigante
11 - Pesadelo Hippie 4
12 - Da Tua Irmã Eu Também Gosto
13 - Bolero das Arabias
14 - Breve Visita de Wilson a Nova Orleaes
15 - Bang Bang
16 - Satuanograso
17 - Don Genaro
18 - Até Mais Ver!

Pública - Polaris (2007)

01 - Nem Sinal
02 - Precipício
03 - Tempo
04 - Bicicleta
05 - Polaris
06 - Lugar Qualquer
07 - Long Plays
08 - Tuas Fotos
09 - Das Falsas Intenções
10 - Sobre a Estrada
11 - Raymond

Blackbirds - Nada Está Tão Ruim Que Não Possa Ser Piorado (2007)

01 - Big Bang
02 - Por Um Triz
03 - Supra Sumo
04 - Tóxico
05 - Dolismo


